Vídeo mostra momento em que avô deixa neta cair em janela de navio
Foram divulgadas as imagens do vídeo de câmeras de monitoramento que mostram quando um avô deixa neta de 18 meses cair da janela do navio Freedom of the Seas que faria um cruzeiro pelo Caribe. O vídeo mostra quando Salvatore Anello caminha com Chloe Wiegand até uma janela. Ele pega a menina no colo e se inclina, segurando-a por alguns segundos do lado de fora, antes de ela cair da janela do 11º andar em um cais de concreto em San Juan, Porto Rico, em 7 de julho do ano passado. Chloe morreu na hora.

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Desde então, a companhia Royal Caribbean e a família da criança travam uma batalha judicial para saber de quem é a responsabilidade pela morte. Na época, o avô defendeu-se dizendo que não sabia que a janela estava aberta. Os pais da menina entraram com a ação em dezembro, acusando a operadora de negligência ao permitir a abertura da janela na área de recreação infantil do navio.

Segundo o Daily mail, para a empresa, o vídeo prova "inquestionavelmente" ao Tribunal Distrital dos Estados Unidos, em Miami, que o avô pendurou a neta na janela e, por isso, estava ciente de que estava aberta. A Royal Caribbean diz que se avô teria usado seus "sentidos básicos" saberia do perigo que isso representava para Chloe. "Não havia" perigo oculto, o Sr. Anello sabia que a janela estava aberta ", afirma a defesa em documentos judiciais.

Apresentando uma moção para arquivar o caso na quarta-feira (15), a Royal Caribbean LTD disse que não podia mais "limitar suas expressões às de simpatia e apoio". "Após meses de acusações falsas e imprecisas, dos advogados dos Wiegands pela imprensa, a RCL agora enfrenta a tarefa legalmente exigida de responder a uma ação judicial que os advogados dos Wiegands não entraram de boa fé. Suas ações, que nenhuma pessoa razoável poderia prever, foram imprudentes e irresponsáveis ​​e a única razão pela qual Chloe não está mais com seus pais", afirmaram. A empresa ainda disse que não tinha o dever de alertar os Autores sobre o "perigo óbvio" de colocar uma criança em uma janela aberta. "Tais ações imprudentes não requerem aviso", disseram. O juiz federal ainda não decidiu a moção da Royal Caribbean, mas uma conferência de status está marcada para março.

Na época do acidente, Chloe e seu avô estavam prestes a embarcar em um cruzeiro de sete noites no Caribe com seus pais, irmão mais velho, avós fraternos e a esposa de Anello, Patricia, quando a tragédia aconteceu. As férias deveriam acontecer nos pontos turísticos de San Juan, Saint Maarten, Saint Kitts, Antígua, Santa Lúcia e Barbados. Em vez disso, terminou antes que o luxuoso navio partisse de San Juan, com Chloe morta e Anello de Valparaíso, Indiana, enfrentando até três anos de prisão, caso ele seja considerado culpado.

Assista ao vídeo:

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Com informações da Revista Crescer