Letalidade da Covid-19 em crianças está em queda, avalia SBP

Uma análise dos dados epidemiológicos mais recentes sobre a covid-19 feita pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) demonstra que a taxa de hospitalização e morte de crianças e jovens pelo novo coronavírus está caindo nesse primeiro trimestre de 2021. De acordo com o estudo, a taxa de letalidade em crianças e adolescentes hospitalizados por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) relacionada à covid-19 foi de 8,2% (1.203/14.638) em 2020, caindo para 5,8% (121/2.057) em 2021.

“Em 2021, até o presente momento, observamos menor proporção de hospitalizações, menor proporção de mortes e menor taxa de letalidade nas crianças e nos adolescentes de zero a 19 anos em comparação ao ano de 2020. A análise das taxas de letalidade entre os hospitalizados por SRAG devida à covid-19 mostrou também menores taxas em 2021 em comparação com 2020. A tendência de redução de letalidade foi uniforme nos diferentes estratos de idade”, diz o documento.

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grafico covid crianças
“Os dados nos dão alento, mostrando que o impacto sobre esse público está caindo. Isso reforça nosso apelo e orientação às famílias e ao poder público para que mantenham o rigor nas medidas de prevenção, de forma a proteger a todos”, afirma o pediatra Marco Aurélio Sáfadi, presidente do DC de Infectologia. Ele assina o estudo junto ao também pediatra Renato de Ávila Kfouri, do DC de Imunizações.

Documento
O mapeamento, realizado conjuntamente pelos Departamentos Científicos de Imunizações e de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), considerou os dados oficiais do Ministério da Saúde sobre o contágio e comportamento da doença no grupo de zero a 19 anos de idade.

O estudo realizado pela SBP partiu da premissa observada durante a pandemia, em que crianças e adolescentes apresentaram formas clínicas leves ou assintomáticas, assim como número reduzido de casos graves após contágio pelo novo coronavírus, para avaliar se há maior risco nesse momento, em que mutações do vírus foram identificadas.

Leia a íntegra do documento aqui.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria

 

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