Milagre? Recém-nascida fica 20 minutos sem respirar e reage após ser batizada
Com menos de dois meses de vida, a pequena Alice já enfrenta uma grande batalha. Ela nasceu em Brasília com uma síndrome rara, chamada Argininosuccinic aciduria (ASA), que afeta o ciclo da ureia. Após entrar em coma na capital federal , os pais a levaram para São Paulo, para que fosse tratada no Hospital Sírio Libanês. Ao passar por uma hemodiálise de mais de dez horas, Alice começou a acordar. No entanto, aconteceram complicações e um cateter fez com que o bombeamento do sangue parasse.

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Foi, então, que a menina sofreu três paradas cardíacas e chegou a ficar 20 minutos sem respirar. "Os médicos estavam tentando reanimá-la, eu me ajoelhei no chão, comecei a orar bastante. E pedi a misericórdia de Deus. Eu não acreditava, mas não tinha pra onde correr", contou o pai Afonso Valladão.

Neste momento, o capelão do hospital Fernando Moreira passava pelo corredor e perguntou a ele se poderia batizar a criança.  No entanto, o batizado só poderia ocorrer se a menina estivesse viva. "Ele foi e acabou batizando ela entre um ataque cardíaco e outro. Enquanto isso, eu ainda estava ajoelhado, do lado de fora, orando por ela. Ela realmente voltou", afirma o pai.

Desde então, tanto Afonso quanto sua mulher, mãe de Alice, têm rezado diariamente e passaram a acreditar em Deus. "No momento eu sou mais religioso. Antes eu tinha uma crença no ser superior, mas eu não sabia. Hoje em dia eu creio em Deus."

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Estado de saúde

Alice segue internada no Hospital Sírio Libanês e está mais estável. Ela precisa de medicamentos que não existem no País e o casal tem de desembolsar R$ 4 mil a cada duas semanas para consegui-lo. Além disso, a menina precisa de um leite especial, cuja lata custa 200 euros. Para conseguir cobrir  os gastos, os pais criaram uma vaquinha online e esperam arrecadar R$ 300 mil.

Futuramente, quando estiver em estado completamente estabilizado e engordar, Alice terá que se submeter a um transplante de fígado.

 

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