Teste da bochechinha identifica mais de 300 tipos de doenças raras

Criado com o objetivo de complementar o teste do pezinho, ampliando a quantidade de doenças identificadas, o teste da bochechinha pode detectar mais de 300 alterações graves e silenciosas, como Glicogenose e Hemofilia.

Realizado logo após o nascimento, com a coleta de material genético da bochecha com um cotonete, o exame rastreia simultaneamente várias regiões do genoma do bebê para identificar as doenças. A análise feita direta no DNA identifica o risco antes mesmo de qualquer sinal clínico ou sintoma.

Por enquanto, o exame está disponível apenas na rede privada e pode custar até R$ 1.200.

Indicação

Apesar de bastante amplo, o teste não pode ser visto como um substituto para o teste do pezinho. Primeiro, por causa do custo. Depois, por causa da baixa incidência de doenças raras, que é 4%.

A orientação dos pediatras é que os pais não optem pelo teste sem antes conversar com um especialista que auxilie nessa tomada de decisão. Ele é importante quando há necessidade, como em caso de suspeita de alguma doença. Quando a criança nasce saudável e não apresenta nenhum sintoma, o teste do pezinho continua sendo suficiente.

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