MD Codes e  harmonização facial médica: existe diferença?
Harmonização facial é o procedimento estético do momento. Em busca de melhorar a aparência do rosto, homens e mulheres de todas as idades estão nos consultórios dermatológicos procurando os procedimentos mais indicados para cada caso. Existem vários tipos de técnicas de preenchimento facial com ácido hialurônico, entre elas o MD Codes™, que chegou para aperfeiçoar o tratamento, prometendo resultados mais naturais. Então é tudo a mesma coisa?

Publicidade

O dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Dr. Alessandro Alarcão explica que a harmonização facial nada mais é do que o emprego de pequenas quantidades de ácido hialurônico em diferentes áreas da face simultaneamente. “É avaliada a face do paciente por completo, suas proporções entre o terço superior, médio e inferior, seu formato, se alongado, angulado ou achatado, por exemplo, e em cima dessa avaliação, atuamos nos pontos que mais vão trazer benefícios ao resultado global do paciente”, afirma.

O MD Codes™, então, é, na verdade, uma técnica de harmonização facial que foi desenvolvida para cooperar na identificação dos pontos do rosto a serem melhorados, respeitando a particularidade de cada formato facial. “Cada rosto tem um formato distinto, flacidez em pontos diferentes, perda de volume de gordura em áreas específicas e menor ou maior estrutura óssea, além das estruturas ligamentares. Assim, com uma avaliação detalhada e intervenção com base nesses pontos, conseguimos tratar e prevenir o envelhecimento, além de melhorar as proporções faciais”, destaca o Dr. Alessandro, que ministra treinamento de MD Codes™.

Na prática

Essa técnica, desenvolvida pelo cirurgião plástico Dr. Maurício de Maio, codifica a face em pontos específicos, ajudando o dermatologista a identificar as áreas a serem tratadas com preenchimento, respeitando a particularidade de cada formato facial, o que promove resultados naturais, sem exageros. O procedimento codifica os pontos de sustentação da face, que auxiliam na potencialização dos resultados com preenchimento para a redução da perda de volume e melhora do contorno facial.

Cada ponto é representado por letras e números, em que as letras representam uma determinada área anatômica e os números indicam a sequência em que as injeções podem ser potencialmente aplicadas. “O tratamento não só promove a melhora das proporções faciais, mas, principalmente, previne o aparecimento precoce da flacidez em pacientes predispostos”, destaca o dermatologista.

As regiões tratadas com maior frequência são a área da maçã do rosto, que perde volume e sustentação, especialmente após processos de emagrecimento, e a região do queixo e da mandíbula. Nunca podemos esquecer que todos os ligamentos vão ficando frouxos. Então, o importante é reestruturar o rosto e não preencher pele.

A duração do efeito é variável, dependendo do produto utilizado, da região tratada e das características de cada paciente, variando de 12 a 24 meses, mas mesmo após esse período observa-se melhora da sustentação das regiões, já que o tratamento com o MD Codes™ estimula a produção de colágeno.

Diferencial

O grande diferencial do MD Codes é facilitar o entendimento entre médico e paciente acerca da harmonização facial. Isso porque nem sempre o paciente sabe o que realmente precisa e o nosso papel é fazer com que ele compreenda quais serão as prioridades no seu tratamento. Muitas vezes a origem de uma insatisfação reportada pelo paciente pode estar localizada em uma área diferente daquela que o desagrada.

“Imagem é assunto sério! Nunca exagere! O resultado precisa ser muito elegante. O objetivo é que ninguém consiga identificar o que você fez, mas que perceba que está mais jovem, com uma aparência descansada e menos flácida. Deixar uma paciente bonita de forma estática é fácil, o difícil é deixá-la bonita de forma dinâmica, por isso procure um dermatologista de confiança. Ele é o profissional capacitado para cuidar da sua pele”, alerta o Dr. Alessandro.

Matéria escrita de acordo com resolução 1974/11 do Conselho Federal de Medicina
Esse conteúdo foi feito em parceria com

Dr. Alessandro Alarcão


Conheça mais dele